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06/03/2017
Menor privacidade corporativa e outras 7 tendências em Compliance para 2017
Assessoria de Imprensa


Ter uma política clara de compliance já há algum tempo está na lista de deveres básicos de qualquer grande empresa, mas até agora os pequenos e médios empreendimentos têm se mantido ao largo dessa necessidade. Esse cenário, porém, muda ao longo deste ano. O advogado internacional Barry Wolfe, da consultoria em compliance Wolfe Associates, prevê que ao longo do ano as PMEs e companhias familiares formarão nova linha de frente na busca por soluções de governança. Confira as 8 grandes tendências em compliance para 2017 prognosticadas pelo especialista.
 
1. Empresas que nunca pensaram em governança passam a buscar soluções na área - em especial grupos familiares e pequenas e médias companhias, que precisarão de compliance para disputar contratos públicos e privados disponíveis com a retração de grandes fornecedores enfraquecidos por escândalos.
 
2. Distribuidores de produtos estrangeiros tendem a conformar sua atuação pelas leis anti-corrupção não só do Brasil como de outros países. Eles o farão por perceber que os negócios podem ser gravemente afetados por desvios éticos nas cadeias de produção e fornecimento em qualquer parte do mundo.
 
3. A privacidade no meio corporativo diminuirá, tanto para empresas quanto executivos: por temor de desvios, as companhias passam a contratar serviços de due diligence contínuo e mais detalhista que os atuais, incluíndo clientes, fornecedores, parceiros e até funcionários próprios e de terceiros.
 
4. A transparência aumentará atingindo processos hoje inauditos, a exemplo dos de formação de preços. A meta das empresas será evitar que preços diferentes de um produto, para diferentes clientes, sejam considerados prática de suborno.
 
5. Códigos de conduta corporativos ganham novo status e passam a ser mais inflexíveis em relação a ilícitos e, no entanto, mais flexíveis quanto a adaptações a características de cada local onde a companhia atua.
 
6. As áreas comerciais serão afetadas: companhias que não querem ser flagradas em condutas impróprias passam a diminuir a pressão sobre "vendas a qualquer custo" e a incluir a ética na estrutura de recompensas aos funcionários.
 
7. Os limites do compliance se alargarão, surgindo conceitos como "compliance humano", focado na atenção a situações de trabalho desumano ou escravo, ou "compliance verde", de cuidados ambientais.
 
8. Governança corporativa se consolida como diferencial de marketing e passa a ser componente frequente em campanhas publicitárias e de comunicação.

Assessoria de Imprensa Wolfe Associates: Allameda.com - 11.3926-5580 



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